Jornal de Notícias :: 2008/05/15
http://jn.sapo.pt/2008/05/15/sociedade_e_vida/casais_jovens_aliam_filhosa_felicida.html
Os filhos são uma componentre essencial da felicidade dos casais jovens europeus, de acordo com os resultados de um estudo ontem divulgado pelas Nações Unidas, em Genebra.
"Constatámos uma mudança de atitude", referiu um dos autores do inquérito organizado pela Comissão económica para a Europa, das Nações Unidas. Segundo Francesco Billari, "a baixa natalidade deixou de estar associada a modernidade". O inquérito abrangeu cerca de 165 mil pessoas em 15 países da Europa. Uma das principais conclusões é a de que "ter filhos dá felicidade e estes são encarados como uma fonte de maior satisfação na vida". O desenvolvimento socio-económico surge, assim, como um factor de estimulação da natalidade e esta é consequência de uma maior compatibilidade da vida familiar com uma vida profissional activa das mulheres e dos homens. A natalidade é mais elevada em França e nos países escandinavos do que nos países sem estruturas de acolhimento e apoio adequadas.
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quinta-feira, 15 de maio de 2008
quarta-feira, 2 de abril de 2008
Pai-exemplar ajudado pelos bombeiros de Belmonte
24 Horas :: 2008.04.02
Há quatro meses que João Andrade era obrigado a fazer três quilómetros a pé até ao infantário em Caria empurrando “à força de braços” um carrinho de bebé com os dois filhos: uma menina de 5 anos e um menino de 3.
João Andrade, de 34 anos, viu-se obrigado a levar os filhos no carrinho após a Segurança Social ter cancelado a atribuição de um subsídio de 20 euros mensais destinado ao transporte das crianças num táxi. E isto apesar de o tribunal lhe ter confiado a guarda dos filhos.
Mas ontem o caso ficou resolvido. “O desespero daquele homem sensibilizou-nos e, depois de uma reunião de urgência, decidimos ajudar o João durante o tempo que for necessário. Ou seja, até a Segurança Social ou a Câmara arranjarem uma solução. Ele faz tudo pelos filhos e merece ser ajudado”, contou ao 24horas o presidente dos Bombeiros Voluntários de Belmonte, António Dias Rocha
“Temos duas cadeiras para transporte de crianças que colocámos na viatura. O que combinámos com o João foi apanhar os pequeninos à porta de casa, pelas 7h20, de forma a deixá-los no infantário às 7h30. Às 18h00 o carro vai buscá-los ao infantário e leva-os de regresso a casa. O pai assim já não corre o risco de perder a camioneta para o trabalho” continuou.
Há quatro meses que João Andrade era obrigado a fazer três quilómetros a pé até ao infantário em Caria empurrando “à força de braços” um carrinho de bebé com os dois filhos: uma menina de 5 anos e um menino de 3.
João Andrade, de 34 anos, viu-se obrigado a levar os filhos no carrinho após a Segurança Social ter cancelado a atribuição de um subsídio de 20 euros mensais destinado ao transporte das crianças num táxi. E isto apesar de o tribunal lhe ter confiado a guarda dos filhos.
Mas ontem o caso ficou resolvido. “O desespero daquele homem sensibilizou-nos e, depois de uma reunião de urgência, decidimos ajudar o João durante o tempo que for necessário. Ou seja, até a Segurança Social ou a Câmara arranjarem uma solução. Ele faz tudo pelos filhos e merece ser ajudado”, contou ao 24horas o presidente dos Bombeiros Voluntários de Belmonte, António Dias Rocha
“Temos duas cadeiras para transporte de crianças que colocámos na viatura. O que combinámos com o João foi apanhar os pequeninos à porta de casa, pelas 7h20, de forma a deixá-los no infantário às 7h30. Às 18h00 o carro vai buscá-los ao infantário e leva-os de regresso a casa. O pai assim já não corre o risco de perder a camioneta para o trabalho” continuou.
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Pais e Filhos
quarta-feira, 19 de março de 2008
Parabéns Papá
In Familia :: 2008.03.19
No Dia do Pai queremos felicitar todos os papás,
Pela vida que oferecem aos seus filhos,
Pelas noites mal dormidas,
Pelas brincadeiras,
Pelos ensinamentos,
Pelas coisas bonitas!
Obrigado Papá por continuares à minha procura, mesmo já sabendo onde estou escondido!
Obrigado Papá por teres mil caras diferentes que me fazem rir!
Obrigado Papá por não me ralhares quando sujo as tuas camisas novas!
Obrigado Papá por me entenderes mesmo quando não me sei explicar!
Obrigado Papá por seres a voz de qualquer boneco e por me convidares a falar com eles!
Obrigado Papá por me fazeres sentir muito feliz por ter um papá como tu.
Obrigado Papá!
No Dia do Pai queremos felicitar todos os papás,
Pela vida que oferecem aos seus filhos,
Pelas noites mal dormidas,
Pelas brincadeiras,
Pelos ensinamentos,
Pelas coisas bonitas!
Obrigado Papá por continuares à minha procura, mesmo já sabendo onde estou escondido!
Obrigado Papá por teres mil caras diferentes que me fazem rir!
Obrigado Papá por não me ralhares quando sujo as tuas camisas novas!
Obrigado Papá por me entenderes mesmo quando não me sei explicar!
Obrigado Papá por seres a voz de qualquer boneco e por me convidares a falar com eles!
Obrigado Papá por me fazeres sentir muito feliz por ter um papá como tu.
Obrigado Papá!
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terça-feira, 19 de fevereiro de 2008
Telemóvel para os filhos - Evite as armadilhas
Jornal de Negócios Online :: 2008.02.18
7 conselhos para escapar a surpresas
- Crie regras claras – o entusiasmo inicial com um novo telemóvel pode revelar-se dramático nos primeiros meses, com descontrole de custos penosos para a carteira, pelo que devem ser estabelecidas regras claras de gastos médios e tipo de utilização para que não existam surpresas. - Escolha um tarifário adequado de acordo com o tipo de utilização prevista para o equipamento, os operadores móveis têm tarifários específicos para os mais jovens, que apostam mais na comunicação por SMS do que nas chamadas de voz, e também na possibilidade dos utilizadores fazerem telefonemas mesmo quando já não têm saldo disponível.
- Determine um plafond semanal ou mensal de gastos com o telemóvel e associe os mesmos à mesada dos jovens. É importante que os mais novos percebam o valor do dinheiro e os limites de gastos nas comunicações de forma a aprenderem a gerir também eles um orçamento.
- Defina horas ou situações nas quais pode usar o telemóvel na escola – Muitas instituições de ensino já definiram regras para o uso dos telemóveis só a partir do final do período curricular, para evitar distracções e abusos. Os pais devem ter também aqui uma palavra a dizer, sensibilizando os jovens para cumprir estas regras.
- Converse sobre os perigos e os serviços enganadores – mesmo os adultos têm por vezes dificuldade de perceber os engodos de determinados serviços e não lêem as letrinhas pequeninas nos anúncios, sendo enganados .
- Actualize as regras à medida que vão crescendo – com a idade o perfil de uso de telemóvel vai mudando, assim como o nível de responsabilidade que os jovens devem assumir. As regras que aplicou aos 12 não podem manter-se até aos 18 anos.
- Proteja a Saúde – não está cientificamente provado o efeito prejudicial dos telemóveis a nível de saúde, mas a regra de “não abusar” deve ser sempre aplicada e quanto mais jovem for o utilizador menos tempo deverá passar ao telefone.
Não há adolescente ou pré-adolescente que não sonhe ter um telemóvel e, quanto mais tecnologicamente avançado, melhor. Para evitar surpresas desagradáveis, nos custos e no acesso a conteúdos menos adequados, estabeleça regras claras, tendo como prioridade a segurança.
A idade com que as crianças começam a utilizar telemóveis é cada vez mais reduzida e já não é surpresa para ninguém ver um miúdo ou miúda de oito anos a exibir o seu terminal novinho em folha. E quanto mais avançado tecnologicamente melhor. A taxa de utilização de telemóveis em Portugal já ultrapassa a população do país e são poucas as franjas que ainda não têm um telemóvel no bolso – mesmo que se contabilize os que possuem mais do que uma conta de cliente em um ou em vários operadores.
Naturalmente, os custos associados acabam por pesar no orçamento familiar e uma utilização sem regras pode ser desastrosa, sobretudo porque é associada à grande propensão que os jovens têm para a comunicação e para experimentar novos serviços e funcionalidades. Se um adulto tem um grupo de quatro ou cinco amigos, um jovem pode ter dezenas de amigos ou amigas íntimas na lista de contactos e achará muito normal ter conversas que duram horas com todos eles.
Mesmo com tarifários pré-pagos, quando se esgota o saldo a pressão para carregar o telemóvel vai ser forte, até porque muitos pais querem que os filhos estejam sempre contactáveis, usando os telefones como forma de comunicar e/ou controlar os jovens nos períodos escolares e de lazer.
Entre os operadores móveis portugueses, o segmento de crianças e adolescentes é um dos considerados apetecíveis, tendo sido desenhadas ofertas que procuram responder às suas necessidades e interesses e que incluem telefones para miúdos com idades cada vez mais reduzidas, como o M01, da Imaginarium, que a TMN começou a comercializar no final do ano passado e que rapidamente esgotou o ‘stock’ disponível, ou o D100, da Disney, que resulta de uma parceria com a Vodafone.
Entre as preferências dos mais novos contam-se a comunicação por SMS, os toques e jogos. Atentos às necessidades específicas deste grupo etário, os operadores desenharam ofertas especiais para os mais jovens e alguns serviços prevêem, mesmo, as situações típicas, como ficar sem saldo no cartão, pelo que foram criados o Krava, da TMN, o SOS Pagas, da Vodafone, e o Borla, da Optimus.
Para além destes sistemas e dos telemóveis adaptados aos mais novos, as operadoras não têm nenhuma ferramenta para gerir ou limitar o uso das comunicações pelos mais novos, ao contrário da norte-americana AT&T que, recentemente, lançou um serviço com este fim. Medidas que confrontam a dualidade do controle com a liberdade para crescer.
Riscos acrescidos com 3G
Mas os custos não devem ser a única preocupação dos educadores. É preciso ter atenção com os riscos de exposição na utilização de telemóveis, que são praticamente os mesmos que se correm na Internet, e que têm a ver com os contactos e o acesso aos conteúdos, mas, também, com o acesso a serviços comerciais.
O acesso a serviços de subscrição enganosos e conteúdos menos adequados são uma realidade que já levou até os operadores de vários países a estabelecer um código de conduta relativo à comercialização de serviços para as crianças e jovens. Na sequência de uma maior consciência, alguns abusos que existiam - como a subscrição de serviços que não se conseguiam anular de forma fácil e que consumiam saldo semanalmente – já foram corrigidos e actualmente a situação é mas transparente, mas a cautela nunca será demais.
Mesmo com mais informação dos operadores e uma maior transparência de ‘marketing’, as boas práticas dizem que a informação e a segurança devem começar em casa, onde, se bem gerido, o uso de telemóvel se pode tornar num bom exemplo de definição de regras e ponte de comunicação em vez de uma fonte de conflitos
500 mil jovens
São mais de meio milhão o número de jovens portugueses entre os 10 e os 14 anos que possui ou utiliza um telemóvel. Os valores foram apurados no Barómetro de Telecomunicações da Marktest e são referentes ao primeiro semestre de 2006, pelo que terão já sido largamente ultrapassados, embora as operadoras não discriminem o número de clientes para estas faixas etárias, nem as vendas de produtos específicos para este target.
Junto dos mais velhos, com idades compreendidas entre os 15 e os 24 anos, a taxa de utilização já atingia na altura os 97,2%, revelando a forte apetência deste segmento e a omnipresença dos equipamentos.
Um outro dado relevante foi apurado num estudo da Cetelem, a empresa de crédito ao consumo que publica o Observador Cetelem, onde se refere que em 2007 cada família possuía em média mais de três telemóveis e meio.
MODELOS
Mo1 da Imaginarium Euros 69,9
Especialmente concebido para os mais novos, o Mo1 da Imaginarium tem apenas sete teclas, um altifalante para falar em alta voz e um interface simples. O terminal da loja de brinquedos já é comercializado noutros países europeus e chegou a Portugal em Novembro de 2007, com a TMN, tendo esgotado rapidamente o stock, embora continue disponível para encomenda.
Nokia 2760 Euros 89,9
Entre os vários telemóveis que a Optimus propõe para os mais novos conta-se o Nokia 2760, um terminal que a empresa associou no ano passado a uma campanha de regresso às aulas que incluía um jogo, mas que já terminou. O equipamento não tem características específicas para o target, nem no design.
Disney D100 Euros 49,9
Apelando à ligação dos mais novos aos temas da Disney a Vodafone lançou em 2007 dois terminais com imagens de marca das Witch e Piratas das Caraíbas. Para além do design o terminal permite bloquear as chamadas e mensagens para números que não estão na lista de contactos definida, não permitindo também acesso Internet.
7 conselhos para escapar a surpresas
- Crie regras claras – o entusiasmo inicial com um novo telemóvel pode revelar-se dramático nos primeiros meses, com descontrole de custos penosos para a carteira, pelo que devem ser estabelecidas regras claras de gastos médios e tipo de utilização para que não existam surpresas. - Escolha um tarifário adequado de acordo com o tipo de utilização prevista para o equipamento, os operadores móveis têm tarifários específicos para os mais jovens, que apostam mais na comunicação por SMS do que nas chamadas de voz, e também na possibilidade dos utilizadores fazerem telefonemas mesmo quando já não têm saldo disponível.
- Determine um plafond semanal ou mensal de gastos com o telemóvel e associe os mesmos à mesada dos jovens. É importante que os mais novos percebam o valor do dinheiro e os limites de gastos nas comunicações de forma a aprenderem a gerir também eles um orçamento.
- Defina horas ou situações nas quais pode usar o telemóvel na escola – Muitas instituições de ensino já definiram regras para o uso dos telemóveis só a partir do final do período curricular, para evitar distracções e abusos. Os pais devem ter também aqui uma palavra a dizer, sensibilizando os jovens para cumprir estas regras.
- Converse sobre os perigos e os serviços enganadores – mesmo os adultos têm por vezes dificuldade de perceber os engodos de determinados serviços e não lêem as letrinhas pequeninas nos anúncios, sendo enganados .
- Actualize as regras à medida que vão crescendo – com a idade o perfil de uso de telemóvel vai mudando, assim como o nível de responsabilidade que os jovens devem assumir. As regras que aplicou aos 12 não podem manter-se até aos 18 anos.
- Proteja a Saúde – não está cientificamente provado o efeito prejudicial dos telemóveis a nível de saúde, mas a regra de “não abusar” deve ser sempre aplicada e quanto mais jovem for o utilizador menos tempo deverá passar ao telefone.
Não há adolescente ou pré-adolescente que não sonhe ter um telemóvel e, quanto mais tecnologicamente avançado, melhor. Para evitar surpresas desagradáveis, nos custos e no acesso a conteúdos menos adequados, estabeleça regras claras, tendo como prioridade a segurança.
A idade com que as crianças começam a utilizar telemóveis é cada vez mais reduzida e já não é surpresa para ninguém ver um miúdo ou miúda de oito anos a exibir o seu terminal novinho em folha. E quanto mais avançado tecnologicamente melhor. A taxa de utilização de telemóveis em Portugal já ultrapassa a população do país e são poucas as franjas que ainda não têm um telemóvel no bolso – mesmo que se contabilize os que possuem mais do que uma conta de cliente em um ou em vários operadores.
Naturalmente, os custos associados acabam por pesar no orçamento familiar e uma utilização sem regras pode ser desastrosa, sobretudo porque é associada à grande propensão que os jovens têm para a comunicação e para experimentar novos serviços e funcionalidades. Se um adulto tem um grupo de quatro ou cinco amigos, um jovem pode ter dezenas de amigos ou amigas íntimas na lista de contactos e achará muito normal ter conversas que duram horas com todos eles.
Mesmo com tarifários pré-pagos, quando se esgota o saldo a pressão para carregar o telemóvel vai ser forte, até porque muitos pais querem que os filhos estejam sempre contactáveis, usando os telefones como forma de comunicar e/ou controlar os jovens nos períodos escolares e de lazer.
Entre os operadores móveis portugueses, o segmento de crianças e adolescentes é um dos considerados apetecíveis, tendo sido desenhadas ofertas que procuram responder às suas necessidades e interesses e que incluem telefones para miúdos com idades cada vez mais reduzidas, como o M01, da Imaginarium, que a TMN começou a comercializar no final do ano passado e que rapidamente esgotou o ‘stock’ disponível, ou o D100, da Disney, que resulta de uma parceria com a Vodafone.
Entre as preferências dos mais novos contam-se a comunicação por SMS, os toques e jogos. Atentos às necessidades específicas deste grupo etário, os operadores desenharam ofertas especiais para os mais jovens e alguns serviços prevêem, mesmo, as situações típicas, como ficar sem saldo no cartão, pelo que foram criados o Krava, da TMN, o SOS Pagas, da Vodafone, e o Borla, da Optimus.
Para além destes sistemas e dos telemóveis adaptados aos mais novos, as operadoras não têm nenhuma ferramenta para gerir ou limitar o uso das comunicações pelos mais novos, ao contrário da norte-americana AT&T que, recentemente, lançou um serviço com este fim. Medidas que confrontam a dualidade do controle com a liberdade para crescer.
Riscos acrescidos com 3G
Mas os custos não devem ser a única preocupação dos educadores. É preciso ter atenção com os riscos de exposição na utilização de telemóveis, que são praticamente os mesmos que se correm na Internet, e que têm a ver com os contactos e o acesso aos conteúdos, mas, também, com o acesso a serviços comerciais.
O acesso a serviços de subscrição enganosos e conteúdos menos adequados são uma realidade que já levou até os operadores de vários países a estabelecer um código de conduta relativo à comercialização de serviços para as crianças e jovens. Na sequência de uma maior consciência, alguns abusos que existiam - como a subscrição de serviços que não se conseguiam anular de forma fácil e que consumiam saldo semanalmente – já foram corrigidos e actualmente a situação é mas transparente, mas a cautela nunca será demais.
Mesmo com mais informação dos operadores e uma maior transparência de ‘marketing’, as boas práticas dizem que a informação e a segurança devem começar em casa, onde, se bem gerido, o uso de telemóvel se pode tornar num bom exemplo de definição de regras e ponte de comunicação em vez de uma fonte de conflitos
500 mil jovens
São mais de meio milhão o número de jovens portugueses entre os 10 e os 14 anos que possui ou utiliza um telemóvel. Os valores foram apurados no Barómetro de Telecomunicações da Marktest e são referentes ao primeiro semestre de 2006, pelo que terão já sido largamente ultrapassados, embora as operadoras não discriminem o número de clientes para estas faixas etárias, nem as vendas de produtos específicos para este target.
Junto dos mais velhos, com idades compreendidas entre os 15 e os 24 anos, a taxa de utilização já atingia na altura os 97,2%, revelando a forte apetência deste segmento e a omnipresença dos equipamentos.
Um outro dado relevante foi apurado num estudo da Cetelem, a empresa de crédito ao consumo que publica o Observador Cetelem, onde se refere que em 2007 cada família possuía em média mais de três telemóveis e meio.
MODELOS
Mo1 da Imaginarium Euros 69,9
Especialmente concebido para os mais novos, o Mo1 da Imaginarium tem apenas sete teclas, um altifalante para falar em alta voz e um interface simples. O terminal da loja de brinquedos já é comercializado noutros países europeus e chegou a Portugal em Novembro de 2007, com a TMN, tendo esgotado rapidamente o stock, embora continue disponível para encomenda.
Nokia 2760 Euros 89,9
Entre os vários telemóveis que a Optimus propõe para os mais novos conta-se o Nokia 2760, um terminal que a empresa associou no ano passado a uma campanha de regresso às aulas que incluía um jogo, mas que já terminou. O equipamento não tem características específicas para o target, nem no design.
Disney D100 Euros 49,9
Apelando à ligação dos mais novos aos temas da Disney a Vodafone lançou em 2007 dois terminais com imagens de marca das Witch e Piratas das Caraíbas. Para além do design o terminal permite bloquear as chamadas e mensagens para números que não estão na lista de contactos definida, não permitindo também acesso Internet.
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